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Pedalar para Respirar – 25 de outubro, às 9h

Publicado por LCA promo em outubro 21, 2009
Publicado em Mobilização

Por Diana Pádua

Pedalar para Respirar - 25 de outubro

No dia 25 de outubro, às 9h, sairá da Praça do Papa uma Pedalada da Conscientização, promovida pela Câmara dos Dirigentes Lojistas Jovem – CDLJovem. A ideia é estimular a mudança de pequenos hábitos que irão economizar energia e proteger o planeta.

VENHA SER UM CARRO A MENOS, e aproveite para pôr em prática outras grandes atitudes:

  • Use uma garrafa térmica com água gelada: compre daquelas garrafas térmicas de acampamento, de 2 ou 5 litros, abasteça-a com água gelada e uma bandeja de cubos de gelo pela manhã e evite o abre-fecha da geladeira durante o dia inteiro;
  • Aprenda a cozinhar em panela de pressão: Acredite, dá para cozinhar de tudo em panela de pressão, feijão, arroz, macarrão, carne, peixe, etc, muito mais rápido e economizando 70% de gás.
  • Use somente pilhas e baterias recarregáveis: É certo que são caras, mas duram anos e podem ser recarregadas em média 1000 vezes.
  • Plante uma árvore: Uma árvore absorve uma tonelada de gás carbônico durante sua vida. Plante árvores no seu jardim ou inscreva-se em programas como o SOS Mata Atlântica ou Iniciativa Verde.
  • Ande menos de carro: Use menos o carro e mais o transporte coletivo (ônibus e metrô) ou o limpo (bicicleta ou a pé). Se você deixar o carro em casa 2 vezes por semana, deixará de emitir 700 quilos de poluentes por ano.

Participe e faça bem ao planeta e à sua saúde!

Mobilidade Urbana: desafios

Publicado por LCA promo em outubro 13, 2009
Publicado em Dicas, Sustentabilidade

Por Caio Martins

Todos sabemos que o trânsito na nossa cidade está cada vez mais crítico, e enquanto o sistema aquaviário nao é reimplantado (o que provavelmente irá desafogar as ruas em alguns pontos, como a Terceira Ponte) podemos, e devemos, contribuir com a mobilidade urbana, que não envolve apenas o setor de transportes, mas também nossa saúde e meio ambiente.

Cidades da Europa e algumas dos EUA têm buscado soluções para amenizar o problema da mobilidade, juntamente com empresas, que passaram a se sentir responsáveis pelo deslocamento de seus funcionários. A partir disso, o estado criou o Departamento de Mobilidade, e junto com as empresas passaram a mapear o deslocamento de cada empregado, entendendo assim suas reais necessidades. Graças a esta atividade, foram implementadas iniciativas de home office, carona compartilhada, construção de ciclovias. As empresas começaram a aproveitar melhor seu serviço de transporte, além de ganhar desconto no ICMS.

Isto tudo serviu para diminuir o tempo no trânsito e, consequentemente, o estresse e combustível gasto. Hoje em dia mais de mil empresas investem nesse projeto, pois viram os ganhos econômicos que tinham: 1 dólar investido, 16 de retorno.

Como muitas cidades brasileiras têm condições de trânsito semelhantes às norte-americanas, é fato que nosso problema também pode ser resolvido.

Mas para isso, temos que trabalhar todos juntos: governo, empresas e cidadãos. Precisamos entender o real conceito de mobilidade urbana e fazer valer. Que tal se andássemos a pé ou de bicicleta, quando possível? Ir ao supermercado perto de casa com a família pode se tornar uma atividade de integração (não se esqueça das sacolas retornáveis). Ir para a faculdade de bicicleta é uma ótima opção, ainda mais pra quem sabe que a volta (ainda) é demorada.

Quase toda a cidade de Vitória tem a vantagem de oferecer serviços essenciais em toda esquina, tais como supermercado, farmácias, cabeleireiros, padarias.

Sempre que possível (e um esforço também é necessário) deixe o carro em casa, ande a pé ou vá de bicicleta, e colabore com a cidade, meio ambiente e sua saúde!

Boas Energias para o COP15

Publicado por LCA promo em outubro 9, 2009
Publicado em Notícias

Por Natalia Goldring

Energia Limpa

O clima da 15ª Conferência das Partes (COP15), que será realizada de 7 a 18 de dezembro em Copenhague, será quente. Isso porque o foco das discussões deste ano é Energia e, na maioria dos países, a energia elétrica ainda é originária da queima de combustíveis fósseis. Com a queima desses combustíveis são produzidos gases responsáveis pelo efeito estufa, como o gás carbônico e materiais pesados, como o mercúrio.

Além disso, o combustível fóssel é composto de matéria orgânica por um processo que leva milhares de anos e por esse motivo não são renováveis. Isso faz com que a dependencia energética seja um problema quando esses recursos acabarem.

Se os países não reduzirem seus níveis de emissões de carbono, as mudanças climáticas vão se agravar, causando um enorme número de eventos extremos alterando diretamente o ciclo e intensidade das chuvas. Devemos nos lembrar que dependemos do volume dos rios para a geração de energia, e uma alteração dessas poderia levar a um apagão (efeito que nós brasileiros conhecemos bem).

As energias renováveis, conhecidas como energias alternativas, estão ganhando espaço nas pesquisas mundiais, inclusive no Brasil. Segundo o representante do Greenpeace, João Talochi em entrevista ao Planeta Sustentável, o governo também pode criar tarifas que permitam que o investimento em energia solar traga retorno para quem o faz. “Na Alemanha ou na Espanha, por exemplo, quando as residências não estão consumindo a energia gerada pelas placas solares, ela retorna para o sistema público de energia e o proprietário ganha por isso”, diz.

Um estudo realizado por uma equipe de especialistas da Unicamp e apresentado pela WWF-Brasil, prevê a economia de 33 bilhões para consumidores, diminuição no desperdício de energia de até 38%, geração de 8 milhões de empregos e estabilização nos gases causadores do efeito estufa se o cenário Elétrico Sustentável for aplicado até 2020.

Os 11 dias da COP-15 deverão entrar para história, afinal esta é a última chance para tentarmos salvar o planeta do aquecimento global. Quando os 192 membros da Convenção – Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas chegarem à Copenhague em dezembro, eles terão uma responsabilidade que envolve o futuro de todo mundo: firmar um acordo convincente (ecológica e economicamente) capaz de reduzir as emissões dos gases causadores do efeito estufa.