Dia Internacional do Rock!

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Dia 13 de julho é comemorado o dia internacional do Rock. Isso porque nesse mesmo dia, em 1985, Bob Geldof, vocalista da banda Boomtwn Rats, organizou o Live Aid – considerado por muitos amantes do Rock o maior show de todos os tempos.

O show foi simultâneo em Londres e na Filadélfia e fez uma perfeita combinação de bandas e artistas lendários, como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Queen, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Paul MacCartney, Phil Collins, Eric Clapton e Black Sabbath. Foi transmitido ao vivo para vários países e alertou o mundo para a miséria na África.

Após 20 anos, em 2005, Bob Geldof organizou uma nova edição do evento, chamado de Live 8. Com uma estrutura maior e shows em mais países, o objetivo era pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres e erradicar a miséria no mundo.

Em 16 horas de show, o primeiro Live Aid conseguiu arrecadar cerca de 100 milhões de dólares que foram destinados à Instituições e Organizações contra fome no continente Africano. Desde então, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como o Dia Internacional do Rock.

E para não deixar essa data passar em branco, encontramos um curta metragem independente chamado ‘Uma Breve História do Rock’ (clique no nome para assistir). O documentário mostra a relação entre a história do Rock e o comportamento da juventude de cada geração. Vale a pena assistir!

Ano passado fizemos um post bacana sobre o Rock Nacional para a semana de música e dessa vez resolvemos separar alguns vídeos das músicas que consideramos mais marcantes do Rock Internacional (nos inspiramos no Show Live Aid). Esperamos que você curta bastante e comente também. Sua opinião é muito importante para nós!

17º Vitória Cine Vídeo

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Começa domingo, dia 05 de dezembro, o 17º Vitória Cine Vídeo – 14ª Mostra Competitiva Nacional em diferentes espaços da capital capixaba. O objetivo é apresentar uma programação gratuita com as mais recentes realizações de cinema e vídeo do Brasil. O festival prosseguirá até sexta-feira, dia 10 de dezembro.

Serão mais de cem obras audiovisuais inéditas, entre vídeos, filmes e animações. Além das exibições, a programação inclui oficinas, debates, palestras e encontros voltados para a capacitação e a reciclagem, incentivando a troca de conhecimentos entre realizadores locais e profissionais do mercado nacional. A previsão é que cerca de 30 mil pessoas participem do festival.

Projetos sociais e culturais para crianças e adolescentes também estão na programação. Cerca de 30 mil alunos da rede pública municipal de Vitória devem assistir o Festivalzinho de Cinema que será realizado no Cine Metrópolis.

O VCV estimula diretamente a produção local por meio do Concurso de Roteiro Capixaba, que premia roteiros escritos por autores residentes no Espírito Santo e viabiliza a produção através de parcerias com empresas e entidades do setor audiovisual. Este ano, será promovida a 12ª edição do Concurso de Roteiro Capixaba.

A programação do Vitória Cine Vídeo inclui ainda Cine Galpão Itinerante, Concurso de Flipbook e Crítica Cinematográfica, lançamento de livros e homenagem a um grande nome do cinema brasileiro, que este ano será o ator Ney Latorraca.

Esse ano a abertura ficará por conta do curta “A Ladeira”, de Iza Rosenberg, e o longa “Vips”, de Toniko Melo, que tem como protagonista o ator Wagner Moura. O filme foi o grande vencedor do Festival do Rio.

Veja abaixo os teasers dos filmes que abrirão o Festival.

Fonte: www.vitoriacinevideo.com.br

O Rock Nacional

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Categoria: Diversos

O Rock brasileiro teve início no final da década de 1950, mas só começou a ter força na década de 1980.  O “pontapé inicial” do rock no Brasil foi Nora Ney quando gravou o considerado primeiro rock, “Rock around the Clock”, de Bill Haley & His Comets. Em uma semana a canção já estava no topo das paradas.

Até que surge um capixaba que se tornaria o maior ídolo do Rock Nacional dos anos 60 e, posteriormente, o maior nome da música brasileira: Roberto Carlos, que emplacou dois hits em 1963: “Splish Splash” e “Parei na Contramão”. No ano seguinte, obteve mais sucessos com o “É Proibido Fumar” e “O Calhambeque”. Aproveitando o sucesso, a Rede Record lançou o programa Jovem Guarda, apresentado por Roberto (“Rei”), seu amigo Erasmo Carlos (“Tremendão”) e Wanderléa (“Ternurinha”). Só nas primeiras semanas, atingira 90% da audiência.

Na década de 70 os Mutantes atravessaram uma fase convertidos ao rock progressivo, passando por várias formações e dissolvendo-se em 1978. Rita Lee iniciou uma carreira solo, acompanhada do grupo Tutti Frutti. É nesse período, que ela lança o seu mais memorável álbum: o Fruto Proibido. É nesta época também que o ícone Raul Seixas, que vendera 600.000 compactos de “Ouro de Tolo” em poucos dias e se tornaria “bardo dos hippies” com músicas debochadas como “Mosca na Sopa” e “Maluco Beleza”.

Atribui-se a década de 80 a popularização do rock brasileiro. Muitas bandas deste estilo, como os Titãs e Os Paralamas do Sucesso permanecem ativas até hoje, fazendo apresentações por todo o Brasil. Outras bandas e artistas da época, como Legião Urbana e Cazuza, foram imortalizados e tocam nas rádios até hoje, devido ao grande sucesso entre o público, principalmente adolescentes.

A verdadeira “explosão” do rotulado “BRock” se deve em parte à criação de casas de show, como Noites Cariocas e Circo Voador (Rio) e Aeroanta (São Paulo). As primeiras bandas a fazerem sucesso foram os irônicos Blitz e Eduardo Dusek (“Rock da Cachorra”, junto com João Penca e Seus Miquinhos Amestrados).

Em 1990 começou com uma grande novidade: a MTV Brasil. E o primeiro “grande grupo” da década foram os mineiros Skank, que misturavam rock e reggae. Ao longo da década, outros grupos mineiros surgiriam, como Pato Fu, Jota Quest e Tianastacia.

Nos anos 2000 as bandas dos 90 passaram por muitas mudanças: o Skank ficou mais britpop e cheio de experimentalismo, o líder dos Raimundos, Rodolfo, converteu-se a uma igreja evangélica. Uma das maiores revelações no rock brasileiro foi a cantora baiana Pitty,que emplacou hits como “Semana que Vem”,”Na Sua Estante” e “Me Adora”. Também começaram a surgir bandas de rock com influências do emotional hardcore, que ganharam muito destaque graças à internet e a redes sociais, como o Orkut.

E assim fechamos nossa homenagem à Semanda da Música. Esperamos que tenham gostado das seleções de vídeo e aproveitado bastante! Sabe de algum vídeo legal, curiosidades ou sugestões sobre o Rock Nacional? Comente! Sua opinião é muito importante para nós!

O Tropicalismo

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O Tropicalismo surgiu entre 1967 e 1968 como um movimento de ruptura que sacudiu o ambiente da música e da cultura popular brasileira.

Começou com a união de uma série de artistas baianos e teve seu momento crucial com o Festival de Música Popular Brasileira, no qual Caetano Veloso interpretou “Alegria, Alegria” e Gilberto Gil, ao lado dos Mutantes, “Domingo no Parque”. A segunda edição do festival foi integralmente tropicalista. No mesmo ano foi lançado o disco Tropicália, considerado um tipo de manifesto do grupo.

Os tropicalistas deram um histórico passo à frente no meio musical brasileiro. A música brasileira pós-Bossa Nova e a definição da “qualidade musical” no País estavam cada vez mais dominadas pelas posições tradicionais ou nacionalistas de movimentos ligados à esquerda. Contra essas tendências, o grupo baiano e seus colaboradores procuram universalizar a linguagem da MPB, incorporando elementos da cultura jovem mundial, como o rock, a psicodelia e a guitarra elétrica. Ao unir o popular, o pop e o experimentalismo estético, as idéias tropicalistas acabaram impulsionando a modernização não só da música, mas da própria cultura nacional.

Sincrético e inovador, aberto e incorporador, o Tropicalismo misturou rock mais bossa nova, mais samba, mais rumba, mais bolero, mais baião. Sua atuação quebrou as rígidas barreiras que permaneciam no País. Irreverente, a Tropicália transformou os critérios de gosto vigentes, não só quanto à música e à política, mas também à moral e ao comportamento, ao corpo, ao sexo e ao vestuário.

O movimento, libertário por excelência, durou pouco mais de um ano e acabou reprimido pelo governo militar. Seu fim começou com a prisão de Gil e Caetano, em dezembro de 1968. A cultura do País, porém, já estava marcada para sempre pela descoberta da modernidade e dos trópicos.

Fontes: Winkipédia e Site Tropicália

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A Bossa Nova

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A bossa nova é um movimento da música popular brasileira surgido no final da década de 1950 na capital fluminense.

De início, o termo era apenas relativo a um novo modo de cantar e tocar samba naquela época. Anos depois, Bossa Nova tornar-se-ia um dos gêneros musicais brasileiros mais conhecidos em todo o mundo, especialmente associado a João Gilberto, Vinicius de Moraes, Antonio Carlos Jobim e Luiz Bonfá.

Para muitos críticos a Bossa Nova iniciou-se quando foi lançado, em agosto de 1958, um compacto simples do violonista baiano João Gilberto (considerado o papa do movimento), contendo as canções Chega de Saudade (Tom Jobim e Vinícius de Moraes) e Bim Bom (do próprio cantor).

A partir dali, a bossa nova era uma realidade. Além de João, parte do repertório clássico do movimento deve-se as parcerias de Tom Jobim e Vinícius de Moraes. Consta-se, segundo muitos afirmam, que o espírito bossa-novista já se encontrava na música que Jobim e Moraes fizeram, em 1956, para a peça Orfeu da Conceição, primeira parceria da dupla. É dessa peça, baseada na tragédia Grega Orfeu, uma das belas composições de Tom e Vinícius, “Se todos fossem iguais a você”, já prenunciando os elementos melódicos da Bossa Nova. Além de Chega de saudade, os dois compuseram Garota de Ipanema, outra representativa canção da bossa nova, que se tornou a canção brasileira mais conhecida em todo o mundo, depois de Aquarela do Brasil (Ary Barroso).

Um dos maiores expoentes da bossa nova comporia um dos marcos do fim do movimento. Em 1965, Vinícius de Moraes compôs, com Edu Lobo, Arrastão. A canção seria defendida por Elis Regina no I Festival de Música Popular Brasileira (da extinta TV Excelsior), realizado no Guarujá naquele mesmo ano. Era o fim da bossa nova e o início do que se rotularia MPB, gênero difuso que abarcaria diversas tendências da música brasileira até o início da década de 1980 – época em que surgiu um pop rock nacional renovado.

Fontes: Winkipédia e Alma Carioca

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